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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Oração Infantil para antes de dormir

Anjo da minha guarda,
Doce companhia,
Não me desampare,
Nem de noite, nem de dia.
==================

Anjinho da Guarda,
Meu bom amiguinho,
Me leve sempre,
Pelo bom Caminho.
=================

Santo Anjo do Senhor,
Meu zeloso guardador
Se a ti me confiou
A piedade divina,
Sempre me rege e guarda,
Governa e ilumina.
==================

Com Deus me deito,
Com Deus me levanto,
Com a graça de Deus
E do Espírito Santo.
==================

Meu bom Jesus,
verdadeiro Filho da Virgem Maria,
Me acompanhai esta noite,
E amanhã por todo o dia.
========================

Ó Anjo da minha guarda,
Que me protege e ilumina
Ajude-me todo o dia
A ser uma boa menina.

Oração Infantil

Obrigado Senhor pela minha vida, pela minha saúde, pela minha família e por todos os meus amiguinhos.

Senhor Jesus ensina-me a ser uma criança cheia de fé e de amor, ensina-me a crescer nos teus caminhos, concede Senhor a meus pais sabedoria, paz, trabalho e saúde.
Ajuda-me Senhor a ser uma criança obediente a todos aqueles que devo respeitar inclusive aos meus pais e as pessoas mais velhas.
Obrigado Senhor, por todos os meus brinquedinhos sejam eles pequenos ou grandes, pelo alimento de cada dia, pela minha família, pela nossa saúde e pela nossa proteção.
Abençoa também meus professores e todos os meus amiguinhos de escola, com sabedoria, fé e amor. Dá-me Senhor a benção de ser uma criança feliz e realizada.
Em nome de Jesus, meu único Senhor e Salvador.

Amém.

ORAÇÕES DA MANHÃ DAS CRIANÇAS

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PLANO DE AULA DE ENSINO RELIGIOSO "AMAR AO PRÓXIMO"

E COMO FICA O ENSINO RELIGIOSO?

Por: Nathália Ferreira

A história do Ensino Religioso no Brasil se confunde com a própria história da educação, sendo que esse vínculo, desde o período colonial é marcado por muitas polêmicas, principalmente pelo encaminhamento pedagógico errôneo que se deu durante séculos até nossos dias, gerando uma série de equívocos nas concepções de natureza e prática do Ensino Religioso ministrado nas escolas da rede oficial, como nos diz Oliveira (2007, p.49):

"O percurso do Ensino Religioso tem uma história longa e certamente muito acidentada, que perpassa inúmeros debates institucionais e legais tanto para a construção da legislação quanto para a aplicação do que foi decidido. Cada palavra dos decretos ou leis sempre esteve envolvida pela disputa entre Estado e instituições religiosas."

Normalmente, e principalmente na Escola Pública sabe-se que o licenciado em Pedagogia exerce uma função generalista. Mas, o que quer dizer função generalista?
O professor das séries iniciais é o responsável por ministrar todas as disciplinas do currículo e isso inclui o Ensino Religioso que de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Nº 9394/96 é obrigatório às Instituições oficiais de ensino:

"Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo. (Redação dada pela Lei nº 9.475, de 22.7.1997)
§ 1º Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.
§ 2º Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso. (LDBEN, 1996)."

É nesse momento, então, que reside, ou continua a residir toda a problemática que envolve o Ensino Religioso na escola, pois como ministrar uma disciplina que exige o desenvolvimento baseado no fenômeno religioso e não em uma religião específica e, assim, com uma prática livre de proselitismos , se não é dada a devida atenção ao preparo metodológico na grande maioria dos cursos de licenciatura em Pedagogia?
Tratar de Ensino Religioso é tratar de tema contemporâneo e de grande significância no contexto pedagógico, visto que a Pedagogia está onde ocorre ?uma prática educativa com caráter de intencionalidade? (LIBÂNEO, 2001, p. 44), sendo que nessa perspectiva sempre houve e há uma intencionalidade na formação religiosa escolar.
Entretanto, hoje se busca o desenvolvimento de uma disciplina escolar que contemple a pluralidade existente em nosso país, bem como a exclusão de posturas proselitistas no ato de construir o conhecimento religioso na escola.
Considerando que, a escola, que tem como princípios desenvolver o aprender, o fazer, o ser e o conviver; no Ensino Religioso, o professor encontrará um valioso instrumento curricular na busca pela introspecção de valores tão esquecidos pela sociedade pós-moderna a partir da troca de experiências e conhecimentos que circundam as profundas necessidades e inquietações humanas, como defende Junqueira (2005, não paginado) defende:

"O Ensino Religioso, assim como as demais áreas do conhecimento, constitui em marco estruturado de leitura e interpretação da realidade, essencial para garantir a possibilidade de participação do cidadão na sociedade de forma autônoma. Para tanto, possui linguagem própria, favorece a compreensão do fenômeno religioso na sociedade e deve possibilitar ao estudante enfrentar situações em seu dia-a-dia, construindo argumentações e elaborando propostas para sua comunidade."

Nessa perspectiva, o Ensino Religioso (disciplina curricular obrigatória na rede pública de ensino) entra na sociedade escolar como objeto pedagógico auxiliador no desenvolvimento integral dos educandos no sentido de formar e transformar na ética e valores saudáveis e aceitáveis pela sociedade, por desenvolver o envolvimento do aluno consigo mesmo, com o próximo e com o Transcendente.
Atualmente, e mesmo sob tantas discussões políticas, considera-se essa disciplina nas escolas tão necessária quanto às demais por se colocar como um trabalho preventivo, democrático e cidadão em face do reconhecimento da diversidade religiosa como reflexão sobre a sensibilidade do indivíduo às suas próprias inquietações interiores e que acarretaram em sua vivência e postura no mundo.
Diante desse quadro, propõe-se que o educador não deverá preocupar-se apenas com o aspecto cognitivo do seu aluno, mas com sua formação emocional, relacional (no lar e sociedade em geral), e espiritual, visto que o homem também é composto de imaterialidade.
O Ensino Religioso pensado como área de conhecimento a partir da escola e não das crenças ou religiões, tendo como objeto de estudo o fenômeno religioso, independente do posicionamento ou opção religiosa, cultivará nos educando as disposições necessárias para a vivência coerente de um projeto de vida profundamente humano e pautado pelos princípios do respeito às liberdades individuais; tolerância para com os que manifestam crenças diferentes e convivência pacífica entre as diversas manifestações religiosas que compõem a pluralidade étnica e cultural da nação brasileira.
A perspectiva do E.R., então, é integrar e agregar e não excluir, com objetivo de trocar informações para que haja um processo de educação equilibrado entre educadores e educandos, pois, ainda deve ser levado em consideração a influência à respeito da religiosidade que o aluno traz da família.
Assim, para que isso ocorra, o pedagogo, profissional responsável pelas séries iniciais do ensino fundamental deve ter sua práxis fundamentada nos conceitos e práticas que regulamentam essa disciplina comprometendo-se na função de propiciar aos seus alunos uma formação holística e ética, o que propiciará a todo ambiente escolar e de convivência do aluno as coordenadas dialéticas da sua realização como pessoa humana (FIGUEIREDO, 1995, p. 29) e auxiliando o próprio educador na condição de mediador na descoberta do aluno como alguém que é, alguém que está no mundo, alguém que convive com os demais e alguém que busca razões de ser.
Na prática, o professor deve estar aberto ao fenômeno religioso, com a visão não de confundir a mente do aluno, mas, levá-lo a descobrir o Transcendente com o propósito de alcançar suas necessidades mais profundas oportunizando ações que transpõem as barreiras de espaço e tempo, desencadeando benefícios nos aspectos subjetivos de desenvolvimento do aluno (idéias, conceitos) e principalmente objetivamente (atitudes e procedimentos).
Diante disso, faz-se a defesa que o Ensino Religioso é um instrumento do trabalho pedagógico como as demais disciplinas do currículo oficial, desde que seja observado em uma prática docente ética e comprometida demonstrando que o educador que assim o faz está consciente da sua real função pedagógica, e ainda, clarificar a compreensão da natureza e papel dessa disciplina na Escola como ?uma disciplina centrada na antropologia religiosa? (FONAPER, PCN ? Ensino Religioso, p. 11).
Nessa perspectiva, levantam-se os seguintes questionamentos: que atenção os cursos de licenciatura em Pedagogia têm dedicado à formação metodológica, também, para o Ensino Religioso? Que postura teórica e metodológica será adotada pelo professor das séries iniciais do Ensino Fundamental ao adentrar na sala de aula e se deparar com essa disciplina?
Fica o questionamento e a espera de uma proposta para maior atenção das instituições superiores de ensino sobre a Metodologia do Ensino Religioso na formação pedagógica.

REFERÊNCIAS

FERRAZ, Lara Sayão Lobato de A. Religião se aprende na Escola. . Disponível em: Acesso em: 05 jan. 2009.

FIGUEIREDO, Anísia de Paulo. Ensino Religioso, Perspectivas Pedagógicas. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1995.

FONAPER ? Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso. PCN - Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Religioso. 7. ed. São Paulo: Editora Ave Maria, 2004.

JUNQUEIRA, Sérgio Rogério Azevedo. O ensino religioso: um componente do currículo da escola básica. O Estado do Paraná, Curitiba, v. 1647. p. 19 ? 17 . nov. 2005. Disponível em: . Acesso em: 20 jun. 2009.

LDB: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996). Disponível em: . Acesso em: 20 jun. 2009.

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos para quê? 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001.

OLIVEIRA, Lilian Blanck de; JUNQUEIRA, Sérgio Rogério Azevedo... . Ensino Religioso no Ensino Fundamental. São Paulo: Cortez, 2007.



Trabalhar Ensino Religioso na Escola, é direcionar a criança a exercer seu papel de cristão, de um ser social, interagindo com todos em seu redor.Esse pequeno projeto pode ser trabalhado de forma que o aluno venha respeitar seu coleguinha como ele é, sem nenhum preconceito, aprendendo que o Amor é muito importante na vida do ser humano, e que todos nós devemos amar o próximo como a si mesmo.



ENSINO RELIGIOSO

ENSINO RELIGIOSOVALORES PARA A VIDA TODA
O que é Ensino Religioso?             Uma  disciplina que tem o objetivo de estar ajudando o aluno, a compreender o mundo e o outro para melhor compreender a si mesmo, favorecendo o seu posicionamento ético, respeitoso e responsável diante da vida.
ConvivênciaNada melhor do que a boa disposição para encarar a convivência como aprendizado constante do dia-a-dia. Nem sempre as relações acontecem como a gente deseja... Um pouco de compreensão hoje, certa tolerância amanhã, e assim vai... A troca que a convivência proporciona traz ganhos que permitem a cada um se conhecer mais e se relacionar melhor.

VOCÊ AGE ASSIM?...
n      -Espalha na turma um segredo que a amiga(o) pediu para que guardasse.
-É gentil.
-Grita, xinga e bate portas quando é contrariado.
-Fala ‘’bom dia, boa tarde, dá licença, me desculpe, muito obrigado’’.
-Aponta mais os defeitos que as qualidades dos outros.
-Provoca, provoca...até as pessoas perderem a paciência.

Quando a escola não é um paraíso
Gislaine, aluna da 2ª série, de oito anos, estava faltando frequentemente à escola. Quando comparecia, chorava muito e não participava das aulas, alegando dores de cabeça e medo. Certo dia, alguns alunos procuraram a professora da turma dizendo que a garota estava sofrendo ameaças. Teria que dar suas roupas, sapatos e dinheiro para outra aluna, caso contrário apanharia e seria cortada com estilete.

     Carlos, da 5ª série, foi vítima de alguns colegas por muito tempo, porque não gostava de futebol. Era ridicularizado constantemente, sendo chamado de gay nas aulas de educação física. Isso o ofendia sobremaneira, levando-o a abrigar pensamentos suicidas, mas antes queria encontrar uma arma e matar muitos dentro da escola.

Isso tem um nome

  • Os casos descritos acima são reais e revelam a agressão sofrida por crianças dentro da escola, colhidos e narrados por Cleo Fante como parte de uma pesquisa sobre a violência nas escolas, publicados em seu livro “Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz”. Esses e muitos outros casos de agressões e violências entre os alunos desde as séries iniciais até o ensino médio, demonstram uma realidade assustadora que muitos desconhecem, ou não percebem, trazendo à tona a discussão sobre o fenômeno bullying, o grande vilão de toda essa história. Mas o que é? Quais as causas? Como prevenir?

n      O que é Bullying? O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

Situações de BULLYING
n      Colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, encarnar,
sacanear, humilhar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar ,intimidar ,perseguir, assediar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, agredir, bater, chutar, empurrar, ferir, roubar e quebrar pertences.

Como age o AGRESSOR
Na escola
            • Faz brincadeira ou gozações, além de rir de modo desdenhoso e hostil;
• Coloca apelidos ou chama pelo nome e sobrenome dos colegas, de forma malsoante;
• Insulta, menospreza, ridiculariza, difama;
• Faz ameaças, dá ordens, domina e subjuga;
• Incomoda, intimida, empurra, picha, bate, dá socos, pontapés, beliscões, puxa os cabelos, envolve-se em discussões e desentendimentos;
• Pega materiais escolares, dinheiro, lanches e outros pertences dos outros colegas, sem consentimento.

Quais são as conseqüências possíveis para os alvos?
n      Pode desencadear um quadro de neuroses, como a fobia social e, em casos mais graves, psicoses que, a depender da intensidade dos maus-tratos sofridos, tendem à depressão, ao suicídio e ao homicídio seguido ou não de suicídio.

E para os autores?
n      Aqueles que praticam Bullying contra seus colega poderão levar para a vida adulta o mesmo comportamento anti-social, adotando atitudes agressivas no seio familiar (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho.
Estudos realizados em diversos países já sinalizam para a possibilidade de que autores de Bullying na época da escola venham a se envolver, mais tarde, em atos de delinqüência ou criminosos.

E quanto às testemunhas?
  • As testemunhas também se vêem afetadas por esse ambiente de tensão, tornando-se inseguras e temerosas de que possam vir a se tornar as próximas vítimas.

BibliografiaIACOCCA, Liliana e Michele.  O livro do adolescente. 1. ed. São Paulo, SP:editora ática,p.30,2002.

SILVA, Geane de Jesus, Bullying: quando a escola não é um paraíso, art. Jornal Mundo Jovem, março 2006

FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2. ed. rev. Campinas, SP: Verus editora, 2005.
Realização. Patrocínio. PROGRAMA DE REDUÇÃO DO COMPORTAMENTO AGRESSIVO ENTRE ESTUDANTES. APRESENTAÇÃO. CONCEITUAÇÃO O que é Bullying? Onde ocorre Bullying? ...
www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm
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