O desejo maior da igreja ao instituir a festa e a devoção a Todos os Santos é chamar a todos os fiéis para o seguimento de Cristo Jesus, buscando inspiração no exemplo de Todos os Santos e Santas de todos os tempos, sejam eles conhecidos ou não. Esta comemoração leva todos os fiéis a se lembrarem de que são chamados à santidade, mesmo que, e principalmente, levem uma vida oculta e desconhecida. O que importa é viver a santidade, pois assim, o mundo será melhor.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Comunhão de Todos os Santos
A festa de Todos os Santos nos trás também uma outra convicção não menos importante: o fato de que vivemos a Comunhão dos Santos. Isto que dizer que os fiéis que ainda estão neste mundo, recebem a intercessão de Todos os Santos que estão no céu. Tanto nós, que estamos na terra, quanto aqueles que já estão no céu, fazemos parte de um só corpo: o Corpo Místico de Cristo. Todos os Santos, que já estão na glória de Deus, querem que nós também alcancemos a vitória e o bem supremo, que é a vida eterna na presença maravilhosa de Deus.
Oração a Todos os Santos
Ó, Deus, Onipotente e Eterno, que pela força do teu Espírito Santo santificastes a vida de tantos fiéis que vos serviram ao longo de todos os tempos e em todos os lugares, testemunhando a vossa grandeza, amor e bondade, fazei que, pela poderosa intercessão de Todos os Santos, que vós bem conheceis, cheguemos nós também à graça da vida eterna junto de vós, na companhia de Vosso Santíssimo Filho Jesus Cristo, Nossa Senhora e Todos os Santos e Santas. Todos os Santos de Deus, rogai por nós. Amém.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Crítica, Conto ou Crônica? Saiba as diferenças entre os gêneros textuais
Gêneros textuais é assunto recorrente nas provas de Português em vestibulares e concursos públicos.
O primeiro passo é entender que classificam em gêneros tanto os textos produzidos nas situações mais comuns da comunicação (notícias, e-mails, cartas, manuais, crônicas, etc.), quanto os textos literários, aqueles que se utilizam dos recursos da literatura, em geral, com uma linguagem mais pessoal e carregada de emoções e valores.
A formação de um gênero textual é influenciada pela função a ser desempenhada, pelo público a que se propõe alcançar, pela mensagem a ser transmitida. Resumindo, o que define tudo é o contexto. Assim, cada gênero comporta variações características em sua coesão textual, na coerência entre seus elementos, na impessoalidade, e na utilização de recursos como a conotação e a denotação (vimos isso em outro post!).
Vejamos então as características de alguns dos gêneros textuais que mais caem em provas e concursos:
O TEXTO ARGUMENTATIVO
Podemos identificar o gênero argumentativo quando há expressão da opinião do autor sobre determinado assunto. Na apresentação das ideias, o autor pode se colocar de maneira direta e pessoal. Isso pode ser percebido com a utilização da 1ª pessoa e/ou de expressões introdutórias que exprimem opiniões pessoais, como “na minha opinião”, “penso que”, etc.. Mas fique atento, porque este gênero pode-se apresentar ainda de maneira impessoal, fazendo uso da 3ª pessoa e de expressões como “convém lembrar”, “é provável que”, etc.
Podemos identificar o gênero argumentativo quando há expressão da opinião do autor sobre determinado assunto. Na apresentação das ideias, o autor pode se colocar de maneira direta e pessoal. Isso pode ser percebido com a utilização da 1ª pessoa e/ou de expressões introdutórias que exprimem opiniões pessoais, como “na minha opinião”, “penso que”, etc.. Mas fique atento, porque este gênero pode-se apresentar ainda de maneira impessoal, fazendo uso da 3ª pessoa e de expressões como “convém lembrar”, “é provável que”, etc.
Em geral, os textos argumentativos apresentam três partes essenciais: a introdução, em que é apresentada a ideia principal a ser trabalhada no texto; o desenvolvimento, em que o autor apresenta os argumentos que fundamentam o ponto de vista defendido e a conclusão, em que se confirma e retoma a ideia principal apresentada.
O TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO
Atenção para este, pois é o gênero textual mais cobrado nos vestibulares e concursos públicos. A avaliação geralmente paira não só sobre o vocabulário do autor e as ideias expostas, mas também em torno da sua capacidade de concatená-las (= estruturá-las) logicamente e da maneira como utiliza as palavras e seus sentidos.
Atenção para este, pois é o gênero textual mais cobrado nos vestibulares e concursos públicos. A avaliação geralmente paira não só sobre o vocabulário do autor e as ideias expostas, mas também em torno da sua capacidade de concatená-las (= estruturá-las) logicamente e da maneira como utiliza as palavras e seus sentidos.
No texto dissertativo, o autor discorre sobre determinado tema explicando cada parte. Geralmente, a dissertação está relacionada com a transmissão de conhecimento e não com a persuasão sobre um ponto de vista. De outro lado se encontram os textos argumentativos que, como vimos, visam primordialmente à defesa de uma opinião. O texto dissertativo-argumentativo é aquele que, além de trazer informações e explicações sobre determinado assunto, traz também o posicionamento do autor no sentido de persuadir o interlocutor.
Assim como os textos argumentativos, convencionalmente, dividem-se em três partes (introdução, desenvolvimento e conclusão). Há o predomínio da linguagem clara, objetiva e impessoal apresentada com o uso do padrão culto e formal.
O TEXTO PUBLICITÁRIO
É um tipo de texto argumentativo construído com a finalidade de persuadir e seduzir o interlocutor. Para tanto, utiliza-se, na maioria das vezes, a linguagem verbal combinada com a visual que apontam para as eventuais vantagens no consumo de determinado produto ou ideia. A linguagem utilizada pode variar de acordo com o público-alvo, mas é quase sempre direta, clara e enxuta, marcada pelo uso da função apelativa (direcionada ao interlocutor), trocadilhos, jogos de palavras, metonímias, metáforas e da ambiguidade.
É um tipo de texto argumentativo construído com a finalidade de persuadir e seduzir o interlocutor. Para tanto, utiliza-se, na maioria das vezes, a linguagem verbal combinada com a visual que apontam para as eventuais vantagens no consumo de determinado produto ou ideia. A linguagem utilizada pode variar de acordo com o público-alvo, mas é quase sempre direta, clara e enxuta, marcada pelo uso da função apelativa (direcionada ao interlocutor), trocadilhos, jogos de palavras, metonímias, metáforas e da ambiguidade.
A NOTÍCIA E A REPORTAGEM
A notícia é um gênero jornalístico que possui o objetivo de informar sobre um novo acontecimento despertando o interesse do leitor da mensagem. Não se limita a informar sobre o fato, mas também sobre a maneira como aconteceu e o porquê.
A notícia é um gênero jornalístico que possui o objetivo de informar sobre um novo acontecimento despertando o interesse do leitor da mensagem. Não se limita a informar sobre o fato, mas também sobre a maneira como aconteceu e o porquê.
Em geral, divide-se em duas partes: o lead ( ou “lide”), que resume em poucas linhas as infromações essenciais sobre o fato (o quê, como, onde, com quem, por quê…), e o corpo, em que se faz o detalhamento do fato. A linguagem sempre é objetiva, clara e direta.
A reportagem, por sua vez, vai além da notícia, trazendo em seu corpo não só o detalhamento do fato, mas também a análise de fatos correlatos e o aprofundamento sobre os impactos do acontecido. Embora utilize-se, como na notícia, a linguagem impessoal, na reportagem quase sempre é possível perceber a opinião ou a interpretação do repórter sobre o assunto.
A CRÍTICA
A crítica, em geral, aparece em jornais e revistas e destina-se à análise qualitativa de um objeto cultural (livro, filme, peça, show, etc.), sobre o qual também é apesentado um conjunto de informações. Este gênero textual também pode ser chamado de resenha crítica e é essencialmente argumentativo. O vocabulário adotado varia conforme o público-alvo.
A crítica, em geral, aparece em jornais e revistas e destina-se à análise qualitativa de um objeto cultural (livro, filme, peça, show, etc.), sobre o qual também é apesentado um conjunto de informações. Este gênero textual também pode ser chamado de resenha crítica e é essencialmente argumentativo. O vocabulário adotado varia conforme o público-alvo.
A CRÔNICA
Este é um gênero textual híbrido, que oscila entre elementos jornalísticos e literários. Surgida no Brasil há cerca de 150 anos com o desenvolvimento da imprensa, a crônica aparece entre as notícias jornalísticas inspirada no dia a dia, tanto pelos temas cotidianos, quanto pela linguagem livre e despojada. Opondo-se à objetividade e à impessoalidade do texto jornalístico, a crônica é marcada pela subjetividade do autor.
Este é um gênero textual híbrido, que oscila entre elementos jornalísticos e literários. Surgida no Brasil há cerca de 150 anos com o desenvolvimento da imprensa, a crônica aparece entre as notícias jornalísticas inspirada no dia a dia, tanto pelos temas cotidianos, quanto pela linguagem livre e despojada. Opondo-se à objetividade e à impessoalidade do texto jornalístico, a crônica é marcada pela subjetividade do autor.
Apresenta-se em geral em um texto leve e curto, com espaço e tempo limitados e com poucos personagens. Pode-se usar a 1ª ou 3ª pessoa.
O POEMA
É uma forma de composição textual marcada pela utilização do verso, cada verso corresponde em geral a uma linha do poema e o agrupamento de versos é chamado de estrofe. O texto poético é construído com a utilização de recursos como a rima, a métrica e o ritmo, no sentido de sugerir formas, imagens e sons. Há na poesia o predomínio da função poética, que explora o sentido conotativo da linguagem, privilegiando, desta forma, uma multiplicidade de leituras e interpretações.
É uma forma de composição textual marcada pela utilização do verso, cada verso corresponde em geral a uma linha do poema e o agrupamento de versos é chamado de estrofe. O texto poético é construído com a utilização de recursos como a rima, a métrica e o ritmo, no sentido de sugerir formas, imagens e sons. Há na poesia o predomínio da função poética, que explora o sentido conotativo da linguagem, privilegiando, desta forma, uma multiplicidade de leituras e interpretações.
O ROMANCE
É um dos gêneros narrativos mais utilizados na produção literária, principalmente a partir do século XIX. Em geral, apresenta a narrativa de uma trama com diversos personagens desenvolvida em tempo e espaço amplos. Comumente associado ao Romantismo, por ser uma das principais formas de expressão do movimento, também apareceu com muita força em diversos outros movimentos literários, oferecendo, por exemplo, o espaço ideal para que se desenvolvessem as críticas e análises sociais típicas do Realismo e do Naturalismo.
É um dos gêneros narrativos mais utilizados na produção literária, principalmente a partir do século XIX. Em geral, apresenta a narrativa de uma trama com diversos personagens desenvolvida em tempo e espaço amplos. Comumente associado ao Romantismo, por ser uma das principais formas de expressão do movimento, também apareceu com muita força em diversos outros movimentos literários, oferecendo, por exemplo, o espaço ideal para que se desenvolvessem as críticas e análises sociais típicas do Realismo e do Naturalismo.
ESCRITOS CRÔNICAS
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Temas Importantes para os dias de Hoje - Prof. Marins
- 1. SÓ NÃO ERRA QUEM NÃO FAZ Errar não é só humano, como necessário. O desenvolvimento e a aprendizagem ocorrem muito mais através da análise de nossos erros do que pelo louvor de nossos acertos. É preciso ter a coragem de errar. SÓ NÃO ERRA QUEM NÃO FAZ
- 2. PARE DE RECLAMAR Tem gente que só consegue ver defeitos, erros, encontrar motivos e, cada vez mais, reclamar de tudo e de todos. Essas pessoas precisam ser treinadas novamente para ver o outro lado do mundo. Precisam mudar enquanto é tempo. PARE DE RECLAMAR
- 3. O PODER DO ENTUSIASMO Há pessoas que ficam esperando a vida melhorar, o sucesso chegar, para depois se entusiasmarem. A verdade é que jamais irão se entusiasmar com coisa alguma. O entusiasmo é que traz o sucesso. O PODER DO ENTUSIASMO
- 4. DECIDA COM RAPIDEZ Hoje, no mundo empresarial, não é mais o maior que vencerá o menor, mas sim, o mais rápido é que vencerá o mais lento. É preciso decidir com rapidez! Mais vale tomar 20 decisões por dia, sendo 5 erradas, do que tomar somente 5 decisões, mesmo que as 5 sejam todas certas. Lembre-se: vencerá quem fizer. Fará quem tomar primeiro a decisão de fazer. DECIDA COM RAPIDEZ
- 5. SAIBA RELAXAR O mundo de hoje é extremamente tenso. A tensão leva à ansiedade e esta traz a tensão. Neste círculo vicioso, o executivo não consegue decidir bem. É preciso relaxar, tirar férias. Os problemas não passarão com a sua ansiedade. Eles só irão piorar. Pense nisso.
- 6. MUDAR: A ÚNICA CERTEZA ESTÁVEL viver hoje exige uma grande disposição para mudança e para novidade. Exige, também, um constante esforço de rompimento com o passado, com a linguagem, com os conceitos e modos com os quais sempre fizemos as coisas.
- 7. MOTIVAR É OUVIR Só ouvindo atentamente o que seus subordinados têm a dizer é que você, como executivo, poderá tomar decisões cada vez mais acertadas. Saia da sua sala ou gabinete e vá ouvir as pessoas com quem trabalha. Motivar é principalmente ouvir. MOTIVAR É OUVIR
- 8. O EMPREENDEDOR DE SUCESSO Um estudo realizado nos EUA definiu cinco características básicas para um empresário obter sucesso em seu negócio. São elas: 1) Um alto grau de energia; 2) Capacidade de pensar como um empreendedor; 3) Talento no relacionamento com as pessoas; 4) Habilidade em comunicação; 5) Conhecimento técnico daquilo que faz.
- 9. 3 RAZÕES PARA O FRACASSO 1 . Insensibilidade a outras pessoas; 2. Fazer “política” na empresa e colocar seus interesses pessoais acima dos interesses da empresa; 3. Inflexibilidade . Faça esse exame de consciência e mude. Mude, enquanto há tempo para mudar. O sucesso o espera.
- 10. NÃO SE ECONOMIZE Quanto mais uma pessoa se economiza, mais os outros a economizarão, não contando nada a elas, não as envolvendo nas decisões, não perdendo, enfim, tempo com elas. E assim, elas vão ficando cada vez mais “por fora” ou alheias a tudo o que acontece e, é lógico, serão logo esquecidas nas promoções, nas oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
- 11. A PALAVRA É EMPOWERMENT As empresas de sucesso e de alto padrão nos dias de hoje descobriram uma nova palavra: “ EMPOWERMENT”, que significa literalmente “dar poder”, “dar autonomia”aos funcionários para que eles próprios diagnostiquem, analisem e proponham soluções para os problemas da empresa.
- 12. A INVEJA As pessoas invejosas são pessoas doentes que não suportam a si mesmas e somente conseguem se olhar através do espelho do sucesso alheio. Essas pessoas precisam de ajuda . Leve-as a ver seus próprios pontos positivos, suas virtudes e suas possibilidades de vencer pelos próprios méritos. A INVEJA
- 13. INVISTA EM VOCÊ Quem não investe em si próprio perde o direito de reclamar dos outros não investirem em sua pessoa. A primeira pessoa que deve investir em nós, somos nós próprios. Faça um exame de consciência e veja qual foi a última vez que você tirou de seu orçamento ou de seu tempo livre, dinheiro e tempo e investiu na sua própria formação, aperfeiçoamento e desenvolvimento.
- 14. VALORIZE A INTUIÇÃO Momento da percepção é o momento da ação. Intuições são percepções muito importantes. Se nesse momento você colocá-las em ação, seu trabalho renderá muito mais. Quando ocorrer uma ideia nova, brilhante, aja rapidamente. Essa mesma ideia pode ter surgido na cabeça de outras pessoas. Aquele que confiar mais na sua intuição e agir primeiro será o vencedor. VALORIZE A INTUIÇÃO
- 15. TENHA A ATITUDE DE APRENDER SEMPRE quanto mais alto o seu nível hierárquico, mais você precisa ouvir, ler e participar de palestras e cursos. Procure não perder nenhuma oportunidade de crescer, aperfeiçoar-se com a experiência alheia, trocar idéias, enfim, aprender.
- 16. ACABE COM A ARROGÂNCIA Proporcionar uma administração participativa é uma exigência de hoje. A arrogância de achar que sabe tudo, que é “o bom”, que não precisa acatar críticas, não tem mais vez. Cuidado! A arrogância é o começo do fim da pessoa e da empresa. Pratique a humildade.
Resolvido TEMA: A cultura popular nos dias de hoje
Por Gleite
TEMA: Num mundo globalizado, é inevitável pensar sobre o destino da cultura popular. Ela corre o risco de desaparecer, mas pode, ao contrário, se beneficiar da própria globalização para se fortalecer.
A cultura popular nos dias de hoje
<sem título>
A cultura popular pode ser definida como o conjunto de valores, ritos e crenças que diferenciam um grupo de pessoas de outro. A globalização, com a capacidade de integrar diversos lugares e possibilitar a troca de experiências, pode agir tanto em benefício como em malefício da cultura de um determinado agrupamento de indivíduos.
A "onda" da globalização tem o poder de difundir culturas que antes estavam restritas a um grupo seleto de pessoas e transmitidas pela língua falada. Dessa forma, um indivíduo pode entender os hábitos e cerimônias de certa cultura e ajudar a preservá-la, a partir do momento que ele compreende os porquês de determinadas atitudes. Um exemplo disso são as fundações que protegem os índios brasileiros, colaborando com a manutenção de suas crenças.
Por outro lado, a intensa troca de experiências entre povos pode fazer desaparecer culturas singulares. Uma característica marcante da globalização é a agregação de comportamentos de diversos lugares. Com isso, corre-se o risco de rituais locais serem esquecidos e comportamentos globais serem adotados como padrão. A forma de conhecer novas pessoas, por exemplo, foi drasticamente alterada nos últimos anos, passando de encontros pessoais para encontros virtuais.
O fenômeno da globalização cresce a cada dia e começa a abranger novas áreas. A cultura popular, beneficiando-se disso, pode ser transmitida para os mais diversos lugares, tanto para conhecimento como para ajuda na sua preservação. Entretanto, devemos impedir a substituição de valores locais e imposição de comportamentos "homogêneos", pois as culturas populares são o que distinguem um povo de outro, tornando-os únicos.
Obs. Redação para concurso público. Muito obrigado!
A cultura popular nos dias de hoje
<sem título>
A cultura popular pode ser definida como o conjunto de valores, ritos e crenças que diferenciam um grupo de pessoas de outro. A globalização, com a capacidade de integrar diversos lugares e possibilitar a troca de experiências, pode agir tanto em benefício como em malefício da cultura de um determinado agrupamento de indivíduos.
A "onda" da globalização tem o poder de difundir culturas que antes estavam restritas a um grupo seleto de pessoas e transmitidas pela língua falada. Dessa forma, um indivíduo pode entender os hábitos e cerimônias de certa cultura e ajudar a preservá-la, a partir do momento que ele compreende os porquês de determinadas atitudes. Um exemplo disso são as fundações que protegem os índios brasileiros, colaborando com a manutenção de suas crenças.
Por outro lado, a intensa troca de experiências entre povos pode fazer desaparecer culturas singulares. Uma característica marcante da globalização é a agregação de comportamentos de diversos lugares. Com isso, corre-se o risco de rituais locais serem esquecidos e comportamentos globais serem adotados como padrão. A forma de conhecer novas pessoas, por exemplo, foi drasticamente alterada nos últimos anos, passando de encontros pessoais para encontros virtuais.
O fenômeno da globalização cresce a cada dia e começa a abranger novas áreas. A cultura popular, beneficiando-se disso, pode ser transmitida para os mais diversos lugares, tanto para conhecimento como para ajuda na sua preservação. Entretanto, devemos impedir a substituição de valores locais e imposição de comportamentos "homogêneos", pois as culturas populares são o que distinguem um povo de outro, tornando-os únicos.
Obs. Redação para concurso público. Muito obrigado!
A Avaliação da Aprendizagem nos dias de Hoje
Um educador motivado pela vocação, forma alunos motivados pelo senso de organização.
A dúvida é algo natural que deve ser estimulada. O bom docente sabe usá-la em benefício do aluno, e de si mesmo...
Nos dias de hoje, a avaliação da aprendizagem não é algo meramente técnico. Envolve auto-estima, respeito à vivência e cultura própria do indivíduo, filosofia de vida, sentimentos e posicionamento político. Embora essas dimensões não sejam perceptíveis a todos os professores, observa-se, por exemplo, que um professor que usa o erro do aluno como ponto inicial para compreender o raciocínio desse educando e rever sua prática docente, e, se necessário, reformulá-la, possui uma posição bem diversa daquele que apenas atribui zero àquela questão e continua dando suas aulas da mesma maneira.
Do mesmo modo, o educador que faz uso de instrumentos de avaliação diversos para, ao longo de um período, acompanhar o ensino-aprendizagem, é diferente daquele que se restringe a dar uma prova ao final do período.
Segundo Canen (2001), Gandin (1995) e Luckesi (1996), a avaliação é um julgamento sobre uma realidade concreta ou sobre uma prática, à luz de critérios claros, estabelecidos prévia ou concomitantemente, para tomada de decisão. Desse modo, três elementos se fazem presentes no ato de avaliar: a realidade ou prática julgada, os padrões de referência, que dão origem aos critérios de julgamento, e o juízo de valor.
Através desses elementos, constata-se que a avaliação não é um processo apenas técnico. O educador deve refletir acerca de algumas questões: Quem julga? Por que e para que se julga? Quais os aspectos da realidade que devem ser julgados? Deve-se partir de que critérios? Esses critérios se baseiam em quê? A partir dos resultados do julgamento, quais são os tipos de decisões tomadas?
Como foi dito, a avaliação não é um processo apenas técnico, é um procedimento que inclui opções, escolhas, ideologias, crenças, percepções, posições políticas, vieses e representações, que informam os critérios através dos quais será julgada uma realidade. A avaliação do aproveitamento de alunos, por exemplo, pode basear-se em critérios reduzidos, apenas à memorização de conteúdos, ou pode basear-se em critérios que visem ao crescimento pessoal dos alunos, no que diz respeito as suas atitudes, liderança, conscientização crítica e cidadã. Esses critérios se originam de opiniões acerca do que se entende por educação, e vão direcionar o julgamento de valor acerca do desempenho daqueles alunos.
O Projeto Político-Pedagógico da escola deve ser elaborado coletivamente, e expor a visão acerca da missão da unidade escolar, direcionando os critérios através dos quais as práticas docentes que estão sendo desenvolvidas, sejam avaliadas. A avaliação da aprendizagem não é um julgamento de valor apenas acerca do aluno, mas também acerca da prática docente, que tem como resultado o desempenho do aluno. Segundo Paulo Freire, a avaliação não é um ato pelo qual A avalia B, mas sim um processo pelo qual A e B avaliam uma prática educativa.
Quando um professor dá uma explicação sobre um conteúdo, e no entanto, nos instrumentos de avaliação que ele elabora, propõe exercícios que abordam aspectos e habilidades referentes à matéria que não foram trabalhados, o aluno sente-se "perdido", sem ter um caminho a seguir, uma reflexão que possa fazer acerca daquela matéria.
O educador deve ter uma posição de não neutralidade envolvida na escolha dos critérios para o julgamento de valor e na escolha daquilo que se deseja julgar, a avaliação, como dissemos anteriormente, envolve mais do que uma simples contemplação. Ela requer tomada de decisão. Conforme Luckesi (1996), sendo o juízo satisfatório ou insatisfatório, temos sempre três possibilidades de tomada de decisão: continuar na situação em que nos encontramos, introduzir mudanças para que o objeto ou situação se modifique para melhor ou suprimir a situação ou objeto.
Infelizmente, algumas tomadas de decisão partindo de critérios que limitam o processo educativo a aulas expositivas, de linguagem pouco clara para os educandos, e, que restringem a avaliação a apenas um momento final, partindo de um único instrumento, homogêneo, tendem a optar pela "supressão" do educando direta ou indiretamente, através de sua reprovação.
Desse modo, o educador de hoje, deve repensar acerca dos seus critérios de avaliação, acerca da necessidade de construir políticas e práticas que considerem essa diversidade e que estejam comprometidas com o sucesso e não o fracasso escolar.
Para isso, faz-se necessário um retorno as formas pelas quais a avaliação foi planejada.
A Copa 2014
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FIFA anunciou o Brasil como sede oficial da Copa do Mundo de 2014. Para sediar um evento desse porte. Mesmo diante das controvérsias, os brasileiros tem acompanhado com ansiedade os preparativos para essa grande festa do esporte que acontecerá no próximo ano, construções e reformas de estádios, obras de infra-estrutura... Apesar de muita gente ser contra a Copa no Brasil, esse é um fato já decidido. Assim, o necessário agora é descobrir a melhor forma è fazer a Copa do Mundo de 2014 e de ser proveitosa para a economia e para sociedade
Estima-se que o governo irá investir bilhões de reais em infra-estrutura para receber a Copa de 2014. O dinheiro será distribuído em áreas como: transportes, segurança e cultura. Para que, habitantes e turistas convivam em cidades mais confortáveis e funcionais. O Brasil passará a ter estádios modernos, com mais comodidade e segurança para os torcedores. E as arenas poderão atrair eventos, como shows, após as reformas. Milhares de estrangeiros devem visitar o país, Além disso, quanto mais turistas, mais dinheiro entra para os cofres públicos na forma de impostos.
A previsão é que sejam gerados muitos empregos temporários e empregos permanentes. Com programas de capacitação e de profissionais para atuarem nas áreas como, da construção civil e também no ramo de hotelaria. Ainda há dúvidas sobre a capacidade de o país oferecer segurança aos turistas, aos atletas e à própria população. A copa do mundo no Brasil trará mudanças para o país proporcionando a geração de empregos. Para o governo fica o compromisso de estimular a criação de empregos se adequarem as normas exigidas pela FIFA, e principalmente na segurança publica. Pois o índice de criminalidade e bem significativo no BRASIL, Desta forma, é uma grande oportunidade do país apresentar sua capacidade de organização e além de passar uma imagem positiva para o exterior, que trará benefícios para o país.
Estima-se que o governo irá investir bilhões de reais em infra-estrutura para receber a Copa de 2014. O dinheiro será distribuído em áreas como: transportes, segurança e cultura. Para que, habitantes e turistas convivam em cidades mais confortáveis e funcionais. O Brasil passará a ter estádios modernos, com mais comodidade e segurança para os torcedores. E as arenas poderão atrair eventos, como shows, após as reformas. Milhares de estrangeiros devem visitar o país, Além disso, quanto mais turistas, mais dinheiro entra para os cofres públicos na forma de impostos.
A previsão é que sejam gerados muitos empregos temporários e empregos permanentes. Com programas de capacitação e de profissionais para atuarem nas áreas como, da construção civil e também no ramo de hotelaria. Ainda há dúvidas sobre a capacidade de o país oferecer segurança aos turistas, aos atletas e à própria população. A copa do mundo no Brasil trará mudanças para o país proporcionando a geração de empregos. Para o governo fica o compromisso de estimular a criação de empregos se adequarem as normas exigidas pela FIFA, e principalmente na segurança publica. Pois o índice de criminalidade e bem significativo no BRASIL, Desta forma, é uma grande oportunidade do país apresentar sua capacidade de organização e além de passar uma imagem positiva para o exterior, que trará benefícios para o país.
O Brasil deveria receber a Copa de 2014?
Neste mês está sendo realizada a Copa do Mundo de Futebol, na África do Sul. Até chegar ao estágio final, o país-sede viveu seis anos de obras, e o governo e os organizadores do evento sofreram com as críticas em relação à alta quantia de dinheiro investido. A África do Sul construiu estádios com recursos que poderiam ter sido aplicados em educação e saúde, por exemplo. Algo parecido pode acontecer no Brasil, já que receberemos a Copa de 2014.
De um lado, empresários e políticos defendem que o evento trará melhorias ao Brasil. O Mundial de Futebol envolve não só estádios, mas infraestrutura turística, de transporte, atrai investimentos e movimenta a economia da região. De outro lado, jornalistas criticam o alto preço das obras em estádios (alguns serão construídos com recurso público), a politicagem na escolha das sedes, isenção de impostos para a FIFA e os bastidores das licitações.
Na Copa de 2006, realizada na Alemanha, os estádios foram construídos pelos próprios times de futebol, em parceria com empresas privadas. O país teve retorno financeiro e social com o investimento feito na infraestrutura. Estima-se um lucro de 20 milhões de euros. No Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007, várias coisas ficaram só na promessa: despoluição da Baía de Guanabara; ampliação do metrô; aproveitamento das instalações após o Pan.
A copa do mundo [Copa do Mundo] de 2014
Os brasileiros estão em uma expectativa muito grande sobre 2014. Inúmeros cursos profissionalizantes na área de turismo e construção civil são oferecidos pelo país, empresas estão investindo no seu potencial comercial para melhor atenderem os turistas e, acima de tudo, fazer[para fazerem] com que esse evento deixe o Brasil em patamar diferenciado.
Para conseguirmos todos esses benefícios é preciso muito trabalho e dinheiro, mas o tempo está muito curto para tantas mudanças. Estamos praticamente no final de 2011, faltando apenas três anos para que tudo esteja pronto. Mas ainda há muito a se fazer. Um evento dessa proporção exige uma grande infraestrutura e isto [isso] ainda está em uma situação precária.
Um exemplo disso [dessa precariedade] é o transporte público de Brasília, um dos piores do país. E ainda não se comenta em nada a se fazer. Um outro exemplo é a questão a seguranças, Estados com [da segurança, pois estados como o] Rio de Janeiro ainda sofre [sofrem]com o poder na mão dos traficantes. Isso gera [Esses problemas geram] uma grande insatisfação para a população brasileira.
O melhor a se fazer é exigir dos governantes de cada estado e principalmente daqueles que irão sediar a copa [Copa] mais agilidade no processo de infraestrutura e segurança, pois se deixar para cima da hora, o país não vai dar conta de tanta coisa a fazer.
O fim do apartheid, legado de Mandela
"Estudar" atualidades precisa vir assim, com aspas, porque não é uma atividade que possa ser feita em, digamos, uma tarde. Atualidades acontecem agora, enquanto você lê este caderno, assim como aconteceram no mês passado. Então,"estudá-las" exige um empenho empregado ao longo do ano, acompanhando noticiários e jornais.
Entre tantos fatos importantes, como identificar assuntos que possivelmente estarão presentes no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)?
Lembre-se de que não há um prazo de validade para atualidades. A Primavera Árabe começou em 2010, mas ainda é um tema relevante. Mesmo que as manifestações populares que se espalharam pelo Brasil tenham atingido o ápice no mês junho, também podem ser abordadas de alguma forma.
— As provas da UFRGS costumam ser elaboradas até novembro — destaca o professor de geografia do Grupo Unificado Saul Chervenski.
Confira um roteiro com temas que poderão aparecer em questões da UFRGS.
Água e sustentabilidade
Segundo o professor de Língua Portuguesa do Colégio Alfa Cem Bilíngue, Cosme Cunha, este é o tema mais aguardado. Segundo ele, vale a pena os candidatos perceberem onde estão as reservas, de que maneira o aquecimento global interfere nelas, prejuízos trazidos pelo agronegócio e, por fim, medidas pessoais do cotidiano que podem minimizar o desperdício.
PÁSCOA
Nós, os servos de Deus, fomos alcançados pela Sua
misericórdia e libertos da escravidão do
pecado. (“Mas damos graças a Deus porque vocês, que antes eram escravos do
pecado, agora já obedecem de todo o coração às verdades que estão nos
ensinamentos que receberam.” Rm 6:17) Vivemos nesta terra como retirantes
estrangeiros, aguardando o momento de partimos em definitivo para a pátria
celestial e estarmos eternamente com o Rei dos reis. Nesta jornada em direção
aos céus é de suma importância manter-nos isentos das práticas e costumes
comuns ao homem natural e firme na obediência à vontade de Deus; superando as
muitas lutas, tentações e provações. O Senhor afirma: “... o mundo inteiro está
debaixo do poder do diabo.”(1Jo 5.19) O diabo é o imperador deste mundo e dita
as regras, os resultados comprova-se na falta de amor e nas barbaridades que os
homens cometem entre si; nas loucuras praticadas contra Senhor; e na igreja que
aos poucos vai assimilando e cristianizando práticas pagãs, é o inimigo minando
as forças, afastando o homem do Senhor.
A Páscoa é uma comemoração muito importante na vida dos
judeus, ela é sinônima de libertação (Ex 12:17, 42; Dt 16.3) e início de novos
rumos, da nova caminhada em direção a uma vida santa e segundo o coração de
Deus. Sua instituição foi ordenada por Deus (Ex 12.1,2 e Jo 2.23). No Novo
Testamento, encontramos relatos de Jesus e seus discípulos, judeus e
"membros" da religião judaica, comemorando a Páscoa (Mt 26,17-20).
A igreja atual vive dias difíceis, a Graça recebida em Cristo
está sendo aos poucos abandonada, práticas e rituais do Antigo Testamento,
exclusiva dos judeus, são colocadas em prática na igreja cristã.
A páscoa finalizou a sua significação no momento em que o
Cordeiro (Jesus) foi sacrificado na cruz em nosso favor. No entanto, o
catolicismo com o objetivo de suprimir uma festa pagã, a trouxe de volta,
carregada de um simbolismo que destoam da verdade Bíblica.
Usurpar-se da glória de Deus é a luta constante do diabo e,
para tal, usa dos mais diversos meios. Em relação à Páscoa, o inimigo
apresentou à igreja uma série de costumes e práticas pagãs, que imediatamente
foram cristianizadas e incorporadas. Para comemorar a Páscoa, Coelhos e ovos de
chocolate! Muitos desconhecem ou desconsideram a simbologia que os sustentam;
são várias lendas, todas apontam para o fato de serem instituídos para louvor
de determinada divindade; isto é o suficiente para que sejam eliminadas do
arraial dos santos. O diabo chegou ao extremo de colocar um coelho (animal
listado entre os impuros, lado a lado com os porcos e outros. Ver: Lv 11.6 e Dt
14.7,8), como representação do Senhor Jesus (o cordeiro). E todos concordam! É
lamentável ver esta tradição extremamente viva no meio de muitas denominações.
Igreja do Senhor Jesus Cristo é tempo de acordar para a voz
do Espírito Santo e permitir a sua ação, limpando o acampamento, destruindo os
“deuses do lar” e objetos amaldiçoados
(Is 31.7); para que haja paz no meio do arraial. Fechar as porta para o diabo e
suas estratégia é uma ordem do Senhor Deus.
Como comemorar a Páscoa do Senhor?
A Páscoa é uma festa eminentemente judaica, para nós
cristão, o cordeiro já nasceu e deu a Sua própria vida, derramando sangue santo
em nosso favor. Era para este sacrifício maravilhoso que apontava a simbologia
da páscoa.
O que contemplamos em nossos dias, é uma festa que
originou-se na igreja Católica Romana, que inclusive determina a data a cada
ano, trazendo em seu contexto uma realidade pagã que foi adaptada para os
cristãos, porém, carrega em si, toda uma simbologia anti-bíblica.
Mas, se alguma igreja deseja comemorar esta data, mesmo que
não tenha "utilidade" para a igreja que vive a "Nova
Aliança", será sábio observar a ordenança deixa por Deus aos judeus e agir
como tal.
“Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como
solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.”
Ex 12.14
A igreja deverá comer à páscoa nos termos descritos por
Moisés em Êxodo 12. O cordeiro deverá
ser assado com ervas amargas.
“O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis
tomar um cordeiro ou um cabrito...
naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas
amargas a comerão... Por sete dias, não
se ache nenhum fermento nas vossas casas... Nenhuma coisa levedada comereis; em
todas as vossas habitações, comereis pães asmos.” Ex 12.5,8,19 e 20
Um cordeiro é preparado, assado no fogo e comido com pães asmos (não fermentado) e ervas.
Alguns aspectos que devem ser observados na celebração desta
páscoa judaica:
a) Purificação:
“Porque havia muitos
na congregação que não se tinham santificado; pelo que os levitas estavam
encarregados de imolar os cordeiros da Páscoa por todo aquele que não estava
limpo, para o santificarem ao SENHOR.” 2Cr 30.17 (veja também: Jo 11.55):
“Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o
SENHOR, vosso Deus.” Lv 20:7
“Porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” 1Pd
1:16
A santificação e purificação da vida é uma ordem, que deve
ser observada por todos. Seja sacerdotes (pastores e autoridades da igreja) ou
a congregação. Era preciso estar limpo para participar da celebração e comer do
cordeiro pascal. O Impuro jamais participava da mesa. A preparação requerida
era muito séria, incluía: orações, jejuns e outras formas de purificação. Santificação é uma palavra quase em desuso no
meio cristão. Notadamente, a igreja tem andado de mãos dadas com o mundo,
afinal tudo é natural e normal, costumes e práticas são adaptadas e inserida.
Infelizmente, a Palavra de Deus é encaixada nas muitas doutrinas, moldada
segundo o interesse de cada denominação.
b) Excluíam o fermento:
“...não comerás levedado; sete dias, nela, comerás pães
asmos... Fermento não se achará contigo por sete dias, em todo o teu
território...” Dt 16.3,4 (veja também:
Ex 12.19,20)
Nesta fase preparatória, de purificação, o fermento era
totalmente excluído da alimentação, devido a sua significação (pecado). No
período de tempo que antecedia a esta tão importante celebração, todos os
produtos que continham fermento em sua composição eram excluídos da dieta
diária.
c) Ofertar:
“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na
terra, que vos dou, e segardes a sua messe, então, trareis um molho das
primícias da vossa messe ao sacerdote.”
Lv 23.10,14
Quando os israelitas iam comer a páscoa, era costume trazer
uma oferta ao Senhor, naquela época geralmente produtos da terra.
O diabo ao longo dos séculos vem travando uma luta
extremamente violenta contra o reino dos céus, faz uso de todas as suas armas
para implantar o seu reino, e tem conseguido êxito. Em algumas oportunidades a
sua forma de agir é explícita, todos olham e vêem; outras, as estratégias estão
camufladas, e apenas os que “têm olhos” (espirituais) podem ver a ação
devastadora do maligno. Em relação à páscoa a estratégia é camuflar o mal,
desvirtuar o objetivo principal tomando para si a glória do Senhor Deus. Para
alcançar este fim usa de meios “inofensivos”
e com grande apelo visual e emocional (ovos e coelhinhos). Somente aqueles
que tem os “olhos abertos” conseguem ficar isentos, não se deixam envolver pela
artimanha maligna.
Pr Elias R. de Oliveira
PÁSCOA II
Embora o nome "Páscoa" semanticamente derive do
termo “Pessach” (do hebraico ‘passagem’), a festa cristã da Páscoa está muito
longe do Pessach descrito na Bíblia.
Apenas para facilitar a identificação, chamaremos de “Páscoa romana” a
festa cristã, e manteremos o nome “Pessach” para o festival bíblico. O objetivo
deste artigo é verificar se a “Páscoa” cristã é uma festa aprovada pelo Eterno
Deus das Escrituras/Bíblia.
1 – ORIGEM DA PÁSCOA ROMANA
Sabemos que atualmente a “Páscoa romana” sofre alterações a cada
ano. Tal fenômeno é explicado assim, em Schaff-Herzog Ency. O conhecimento
religioso, Vol. 2, p. 682:
“A presente variação de tempo foi estabelecida pelo
Romanismo primitivo misturado com um festival pagão muito antigo da primavera
para a deusa da primavera. Esta data foi fixada no domingo imediatamente após o
14º dia da lua pascal que aconteceu sobre ou primeiramente após o equinócio
vernal.”
No Concílio de Nicéia, mais uma vez vemos Roma adulterando
as datas das Festas do Eterno Deus de Israel, para se distanciarem dos judeus,
e coincidirem com os cultos aos deuses venerados pelo rei Constantino e sua
turma.
2 – A “DEUSA” DA PRIMAVERA
A Babilônia "rainha dos céus," Semeramis, esposa
de Nimrod, é a precursora de uma série de “divindades” de diferentes culturas:
Astarte e da Vênus dos gregos, Juno do latin, Ashtoreth dos Sidonianos, Ishtar
dos Babilônios, e de Eostre, deusa da primavera, dos primitivos Anglo-Saxões.
Os druidas possuíam festivais religiosos em sua honra e ao deus-sol em Abril,
chamando de a “Easter Monath”. É desta expressão que vem a palavra “Pascoa”,
que vergonhosamente foi colocada como tradução de “Pessach” em algumas
traduções populares da Bíblia para o Inglês chama-se ‘Easter’ (como a King
James, por exemplo).
A deusa Ishtar, ou Eostre, foi adorada como sendo a deusa do
amor e da fertilidade, e como a vida da natureza. Na mitologia babilônica esta
" rainha dos céus " foi adorada como a deusa do impulso sexual. Na
Enciclopédia Hastings de Ética Religiosa, p. 117, nós lemos sobre essas "
antigas páscoas":
“Um banquete de primavera com celebração, festa. Estas
ocasiões eram marcadas com uma grande liberação sexual.” Esta é a maligna
adoração fálica à qual o Eterno Deus de Israel
se refere em Isaias 57:5-8 e Ezequiel 16:17. Os " bosques"
mencionados como os "lugares altos" onde Israel freqüentemente se
prostituia em idolatria (Salmos 106:28-39) eram as imagens e os lugares onde
aconteciam esses festivais para a "rainha dos céus”. A palavra "
bosques," encontrada quarenta vezes na versão King James em inglês vem da
palavra hebraica “asherah” e é associada sempre com a adoração de Astarote,
aliás Ishtar, Eostre, Easter, a deusa da primavera.
3 – ORIGEM DA “QUARESMA”
A chamada "quaresma” é uma prática de origem puramente
babilônica. No inglês, esta época é chamada de “Lent Season”, e vem da palavra
saxônica "Lenct", significando "primavera. " As religiões
pagãs primitivas do México também comemoram quarenta dias em abril. A origem
desta comemoração está nos quarenta dias no equinócio vernal em Abril,
celebrados pelos adoradores do demônio do Curdistão, em honra ao deus-sol. Esta
prática foi trazida da Babilônia em 2000 AC. Sua origem está no “lamento por”
Tamuz. O deus-pagão Tamuz era supostamente a reencarnação do marido de
Ishtar/Semíramis, chamado Nimrode. Na primavera, celebrava-se o renascimento
dos mortos. Era um tempo de lamentação seguido por um dia de alegria. O Eterno
Deus condenou Israel por tomar parte nessa celebração como vemos em Ezequiel.
8:13-14: Ele me disse, " Ainda tornarás
a ver maiores abominações, que estes fazem. " Então trouxe-me à porta da
casa do SENHOR que estava para o norte, e estavam ali mulheres sentadas
chorando a Tamuz.
4 - COSTUMES MODERNOS DE PÁSCOA
Uma boa pergunta: que conexão tem colombas pascais, ovos,
coelhos e roupas novas com a ressurreição de Yeshua HaMashiach/Jesus o Messias?
Obviamente que a resposta é: Absolutamente nada! A origem moderna da
"Colomba pascal", um bolo feito em forma de cruz, é suficientemente
explicada em Jer. 7:18; 44:17-19:
“As crianças recolhem a madeira e os pais acendem o fogo e
as mulheres preparão sua massa de pão, para fazer bolos à rainha dos céus e
para derramar as oferendas de bebida a outros deuses, isto eles fazem para
provocar Minha ira, diz o SENHOR”
A ira de DEUS está certamente sendo provocada quando os que
se dizem seus seguidores praticam costumes pagãos em relação à ressurreição de
Seu filho amado Jesus Cristo.
4.1 – OVOS DE CHOCOLATE
O costume de dar ovos em Abril provavelmente vem da teologia
e dos costumes encontrados entre os egípcios, persas, gauleses, gregos e
romanos, entre os quais o ovo era um símbolo do universo — o trabalho do ser
supremo. Tingir os ovos pode ser proveniente dos Chineses. Os ovos eram o
símbolo sacrificial dos druidas. Roma, mais uma vez fazendo adições à Palavra
do Eterno, consagrou o ovo como sendo o símbolo da ressurreição do Messias. O
papa Paulo V ensinou os povos a orar a seguinte abominável “oração” na “Páscoa
romana”: “Abençoa Senhor, nós te pedimos, a criatura deste ovo, que possa se
transformar em sustento completo aos teus servos, que comem em memória do nosso
Senhor Jesus Cristo.”
Os antigos babilônios acreditavam que um ovo caiu do céu no
rio de Eufrates e os peixes o rolaram à costa onde as pombas o fizeram chocar e
de onde saiu "a rainha dos céus", Ishtar. Desta forma, o ovo
transformou-se num símbolo de Ishtar, deusa muito adorada pelos antigos, e é
usado hoje por cristãos que a chamam ‘ a mãe de Deus’, enganados e
iludidos pensam que estão celebrando uma
festa santa! Não é à toa que as Escrituras dizem que Satanás se transforma até
em anjo de luz quando se trata de tentar enganar as pessoas!
5 – O COELHO
A moda do coelho na Páscoa pode ter sua origem num paganismo
antigo originário da região onde hoje fica a Alemanha. Às crianças eram dito
que se fossem boas, um coelho branco colocaria dentro de suas casas enquanto
elas estivessem dormindo, e em segredo, o maior número de lindos ovos
coloridos, em cantos ímpares da casa. Assim, aparentemente teve inicio a
inocente "caça aos ovos de Páscoa" das crianças. O coelho, para os
antigos, era um símbolo da lua (a ligação entre o sol Venus ou Ishtar), ele que
é um animal noturno. A lebre é o único coelho que nasce com seus olhos abertos.
A palavra egipcia para lebre é "un", que significa " abrir
". Assim a lebre foi associada com a abertura de uma estação nova, a
primavera, em Abril, no equinócio vernal. As lebres e os ovos eram também
usados como simbolismo no Egito na abertura de seu ano novo, em que os ovos
eram quebrados cerimonialmente.
6 – MISSA DO GALO
Por fim, e os serviços religiosos ao nascer do sol na
“Páscoa romana”? Ser condenação divina ? á que Deus aprova? Vejamos o que diz a
Bíblia. Quando Israel desejou fazer "serviços ao nascer do sol", o
Eterno Deus expressou Sua desaprovação em Ezequiel. 8:15-18:
" Ainda tornarás a ver maiores abominações, que
estas que fazem. ". E levou-me para
o átrio interior da casa de DEUS, e eis que estavam à entrada do Templo de
DEUS, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para
o Templo de DEUS, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o
oriente adoravam o sol...... ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz,
contudo não os ouvirei.”
Lendo isto na Bíblia e sabendo que o deus-sol, Ba’al, ou
Tamuz, o " marido-filho " de Semíramis (Ishtar) e o seu culto
idólatra estão por trás do princípio da adoração a praticamente todos os deuses
pagãos, o seguidor sincero de DEUS não pode tomar nenhuma parte em rituais de
“Páscoa” feitos por um mundo que rejeita o Messias/Jesus, pois o Eterno Deus
nos proibiu de misturarmos sagrado com profano, e sabemos sem sombra de dúvida
da origem pagã desses costumes:
"não tenha comunhão alguma com os trabalhos infrutíferos
da escuridão, mas antes reprove-os . " (Ef. 5:11). A Bíblia nos lembra:
"Não seguirás uma multidão para fazeres o mal;"
(Êxodo 23:2). E o próprio Jesus disse: "porque o que entre os homens é
elevado, perante Deus é abominação" (Lucas 16:15). Lembremo-nos das
palavras de Paulo, de que não devemos misturar o que é pagão às coisas de Deus:
"Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade
tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que
harmonia há entre o Messias e Belial/demonio? ou que parte tem o crente com o
incrédulo? E que consenso tem o santuário de Deus com demônios? Pois nós somos
santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei;
e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo." (2 Coríntios 6:14-16)
E ainda : "E não vos conformeis a este mundo, mas
transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja
a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)
Ed Stevens e James Trimm
www casaisrael.com
PÁSCOA III
Segundo o Novo Testamento, Cristo é o sacrifício da Páscoa.
Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho de João:
"Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29)
e uma constatação de Paulo "Purificai-vos do velho fermento, para que
sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi
imolado." (1Co 5:7).
Jesus Cristo, desse modo, é tido pelos cristãos como o
Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado.
Para isso Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica
para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e
a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.
Como Jesus ressuscitou num Domingo, surgiu a prática de os
Cristãos se reunirem aos domingos (literalmente, Dia do Senhor), e não aos
sábados, como fazem os judeus (sabbath).
Origem dos Símbolos da Páscoa
É sugerido por alguns historiadores que muitos dos atuais
símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e
o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em
honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do
Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas,
romanos, judeus e armênios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos
por esta época.
Ishtar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que
era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras
ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde
os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os
escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela
Igreja Católica no principio do 1º milênio depois de Cristo, fundindo-a com
outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da
decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa,
quando ocorre o equinócio da primavera.
Ovo de Páscoa
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O
hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados
ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é
muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era
cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até
nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como
hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los
coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um
presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa
estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada
por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho,
representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a
Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado
em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de
galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio
Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais
sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus
súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa.
Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII,
confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate -
iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então
recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do
México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A
imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua
grande prole.
A data da Páscoa Cristã
A data da Páscoa foi fixada no primeiro concílio de Nicéia,
no ano de 325.
Assim, a Páscoa cristã é comemorada (segundo o costume da
Idade Média e da Europa) no primeiro domingo após a primeira Lua cheia da
Primavera (no Hemisfério Sul, Outono).: a data ocorre entre os dias 22 de Março
e 25 de Abril.
A decisão equalizava todas as correntes cristãs, mas é bem
provável que nenhum método de cálculo da data tenha sido explicitamente
indicado.
Essa decisão não foi sem discussão. Havia o problema da
coincidência da data da Páscoa com as festas pagãs do início da Primavera. As
igrejas da Ásia, principalmente, acreditavam que devia ser seguida a data do
sacrifício do cordeiro em Pessach (14 de Nissan), que seria a data exata da
morte de Cristo.
Cálculo
Como o calendário judeu é baseado na Lua, a Páscoa cristã
passa a ser móvel no calendário cristão, assim como as demais datas referentes
a Páscoa, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas
Ortodoxas:
A Páscoa é um feriado móvel que serve de referência para
outras datas. É calculado como sendo o primeiro domingo após a lua cheia
seguinte à entrada do equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de
primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.
As datas móveis que dependem da Páscoa são:
1) Terça-feira de Carnaval - quarenta e sete dias antes da
Páscoa
(A Terça-feira gorda (ou Mardi Gras, em francês) é o dia que
precede a quarta-feira de cinzas. Por extensão é um sinônimo de Carnaval.
A terça-feira gorda se tornou o dia em que os cristãos se
despediam da carne, pois, nos quarenta dias seguintes, tinham de jejuar, fazer
penitência e não podiam comer carne. Tudo isso em preparação à Páscoa.)
2) Quaresma - Inicia na quarta-feira de cinzas e termina no
domingo de Ramos:
(A Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja
Católica, a Igreja Anglicana e algumas protestantes marcam para preparar os
crentes para a grande festa da Páscoa. Durante este período, os seus fiéis são
convidados a um período de penitência e meditação, por meio da prática do
jejum, da esmola e da oração.
Começa na Quarta-feira de Cinzas e termina na tarde de
quinta-feira santa, antes a Missa da Ceia do Senhor, que inicia o Tríduo Pascal.
Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço
para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como
filhos de Deus.
A Quaresma dura 47 dias, embora para o calendário litúrgico
os domingos não contem, perfazendo então 40 dias. A duração da Quaresma está
baseada no simbolismo do número quarenta na Bíblia que significa provação.
Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação
do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha,
dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida
pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito.
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado
na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência
e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida,
o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça,
a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a
reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e
a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.)
3) Sexta-feira Santa - a sexta-feira imediatamente anterior:
(A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a
Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o
julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de
diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo
aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A
mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a
partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava
o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.)
4) Sábado da Solene Vigília Pascal - o sábado de véspera
(O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia
antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do calendário Cristão. Nas
Filipinas, uma nação notoriamente católica, este dia se chama de Sábado Negro.
O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa.
Na tradição católica, é costume os altares serem desnudados,
pois neste dia, tal como na Sexta-Feira Santa, não se celebra a Eucaristia. As
únicas celebrações litúrgicas deste dia são as que fazem parte da Liturgia das
Horas. Além da Eucaristia, é proibido celebrar qualquer outro sacramento,
exceto o da Confissão. São permitidas as exéquias, mas sem celebração da missa.
A distribuição da comunhão eucarística só é permitida sob a forma de viático,
isto é, em caso de morte.)
5) Pentecostes - o oitavo domingo após a Páscoa
(Pentecostes é o símbolo do Cenáculo, onde os Apóstolos se
reuniram, pela primeira vez, à espera do Espírito Santo, inspirador de todos os
seus trabalhos na Igreja. No Cenáculo, desde a sua fundação, a comunidade
cristã aí se reúne, para ser conduzida pelo Sopro Inspirador, compartilhando o
amor em Cristo. Atualmente o 50º dia após a Páscoa é considerado pelos cristãos
o dia de Pentecostes.)
6) Corpus Christi ou Corpo de Deus - a quinta-feira
imediatamente após o Pentecostes.
(Corpus Christi (latim para Corpo de Cristo) é uma festa
móvel da Igreja Católica que celebra a presença de Cristo na Eucaristia.
É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da
Santíssima Trindade ou Pentecostes. É uma festa de 'preceito', isto é, para os
católicos é de comparecimento obrigatório assistir à Missa neste dia, na forma
estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.)
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